Friday, April 27, 2012

Vamos simplesmente ir ver?


Outro dia estava conversando com um colega de trabalho de Bangladesh e ele estava fazendo propagando do país dele para mim. Fui deixando e gostando da conversa, pois um dia posso realmente querer viajar para Bangladesh, who knows? Infelizmente esqueci o nome da cidade dele. Não é Dhaka, a capital, é uma cidade na costa do país. Ele me disse todo orgulhoso que é o único lugar do mundo em que há praia, montanha e floresta na mesma cidade. Eu olhei espantada e ele repetiu: the ONLY place in the whole world. Então tive o dever tupiniquim que avisá-lo que não é bem assim. E falei também toda orgulhosa que no Brasil há cidades com praia, montanha e floresta, tudo junto. E mais de uma! :p

Já viajei muito pelas cidades brasileiras, passei por todas as regiões, e sei das belezas que possuímos. Para mim, as praias são as mais lindas do mundo, e não há Caribe nenhum que as superem! E ainda tenho que conhecer muitos lugares, o Brasil é inesgotável.

Viajar é sagrado para mim. Preciso, senão fico mal humorada. Não gosto de gastar muito dinheiro com roupa, sapato, objetos de decoração, etc, porque minha prioridade é viajar. Pelo menos é assim hoje. No futuro, não sei, a gente nunca sabe.

E agora morando em Londres, é tempo de conhecer a Europa. Já que estou aqui, tenho que aproveitar! Nesses pouco mais de oito meses que estamos aqui, conheci muitas cidades pela Europa afora, só ocidental, por enquanto. E há muitos planos para viagens daqui para frente. Amanhã eu e Fábio partimos para o sul da Inglaterra para conhecer um novo pedaço do Reino Unido. Semana que vem tem feriado e viajaremos na companhia de uma das amigas mais queridas que fizemos em Londres. No fim do mês vamos encontrar a Dani (cunhada do coração que faz aniversário hoje. Parabéns, Dani!) num cruzeiro. E ainda uma “road trip” pela Europa sendo insanamente planejada com dois amigos que vêm do Brasil. [Raulzito, nesta viagem vamos passar por Barcelona, espero te conhecer pessoalmente na Catalunha!]

Falo com o Fábio que nós dois não somos turistas, somos viajantes. A gente não vai só aonde nos mandam, aos lugares onde as revistas especializadas ou os guias turísticos indicam. Vamos aonde queremos, por nossa conta, para experimentar o que a gente deseja. Nós gostamos de andar a pé, de pagar mico conversando com alguém num idioma que não dominamos, de descobrir um artista local... Claro que vamos a passeios óbvios. Como ir a Paris e não passar pela Torre Eiffel? Ou em Roma não conhecer o Coliseu? Porém, queremos muito mais que isso. E a gente não topa passeio “pega turista”, daqueles em que você paga o olho da cara por algo encomendado para turista ver. Não nos interessa assistir a um escandaloso show de tango em Buenos Aires (daqueles que se paga em dólares!), nos interessa ver os argentinos dançando tango nas milongas escondidas pelos bairros da cidade. O show de tango para os turistas deve ser lindíssimo (alguns amigos já foram e amaram), mas as milongas são muito mais a nossa cara. Acho que é aí que reside a diferença entre turista e viajante. Vejam bem, eu apenas acho, qualquer turismólogo pode me desmentir nesse conceito e eu me resigno. :p

Sobre viajar, Amyr Klink escreveu um trecho que adoro.

Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”. 


Bom, sempre que der, eu vou lá ver.



 

Monday, April 23, 2012

London Marathon 2012

Ontem foi dia da maratona de Londres! Eu e Fábio fomos lá conferir. A largada da maratona foi no parque de Greenwich. Os corredores passaram por lugares bem característicos de Londres: Canary Wharf, St. Pauls Cathedral, Tower Bridge, Big Ben... E terminaram passando pelo Buckingham Palace, logo ali a frente entre St. James Park e Green Park.

Nós queríamos ficar na chegada, então achamos um lugar em frente ao Buckingham Palace, e lá ficamos até os primeiros atletas chegarem.
 

Torci muito, gritei o nome dos atletas e ia junto com a torcida "Go, guy!", "Keep going!", "Well done!". Foi bem divertido! A atmosfera lá estava deliciosa. Tinha bastante gente, mas nada insuportável ou desorganizado. Deu para acompanhar a chegada dos atletas e bater muitas fotos.

Os primeiros atletas que chegaram foram os de cadeira de rodas. Nossa, quanta força no braço eles tinham! Foi emocionante vê-los chegar! Abaixo a foto dos vencedores, o britânico David Weir e a britânica Shelly Woods.

Weir chegou quase voando!

Shelly, quanta força, mulher!
Quanto aos outros atletas, o primeiro lugar feminino ficou com a queniana Mary Keitany que correu em 02h18min37. Big well done!

Keitany chegou super bem, nem parecia cansada!
O primeiro lugar masculino ficou com o queniano Wilson Kipsang que correu em 02h04min44.Uau!

Kipsang ganhou com folga dos outros corredores.

O brasileiro Marílson ficou em oitavo lugar. Olha ele aí!

Nas Olimpíadas vou lá torcer pelo Maríson novamente!

E além dos atletas, há os mortais que correram também!

Será que um dia eu aguento uma maratona inteira???
Fiquei mais empolgada ainda em correr minha meia maratona. Eu e Fábio estávamos treinando sério, com planilha de treinos supervisionada pelo meu irmão e minha cunhada (educadores físicos feras), então veio o inverno e paramos de correr. Não estou tão ambientada assim para correr em tempraturas de um dígito só. Agora a primavera chegou e estamos voltando aos poucos. Vamos correr nossa primeira meia maratona ainda este ano, torçam por nós!

Ah, o locutor e DJs da maratona eram muito animados. Como havia gente que corria fantasiado para se divertir, a música acompanhava. Por exemplo, quando o corredor fantasiado de Super Mário chegou, o DJ colocou a musica do game. Ou quando uma corredora vestida de noiva apareceu, o DJ colocou a marcha nupcial para tocar. Em um momento o locutor pediu para os brasileiros presentes  levantarem as mãos e cantarem com a música que o DJ iria tocar. E qual era a música? ♪ ♫ Poeiraaaa... poeiraaaa... poeira, levantar poeira... ♪ ♫. Isso mesmo, Ivete Sangalo tocando na maratona de Londres. Detalhe, só os brasileiros foram homenageados, ninguém mais. O Brasil está na moda em Londres! :D

E depois, da corrida o pessoal foi aproveitar o dia lindo de sol no St. James Park.

I love London.

Thursday, April 19, 2012

Sobre mudanças

Hoje acordei achando que um trator tinha passado por cima de mim. Explico, trabalhei muito ontem, mais de 13 horas direto. Direto mesmo, estava sempre fazendo alguma coisa. Trabalhei num Café. Aliás, abre um parênteses. É um café muito bacana dentro de uma galeria de arte, onde grande parte da classe artística de Londres frequenta, e lá recebemos diretores, produtores dos grandes musicais, atores (Jude Law e Kevin Spacey entre outros já passaram por lá). Fecha parênteses. Trabalhei no café durante o dia e numa festa na galeria durante a noite. Andei (corri!) de um lado para o outro, carreguei muito peso, poli taças, levei bandeijas cheias de champagne para lá e para cá, troquei mesa de lugar, aprendi a fazer Martini... enfim, muita trabalheira o dia todo. Entao à noite lá estava eu abrindo uma garrafa de champagne (talvez a décima da noite, e por eu não abrir do jeito certo, me deixou calos na maos) a banda começou a tocar Garota de Ipanema. E como num cena de filme, fiquei com a champagne parada na mão ouvindo a melodia brasileira e pensando: o que eu estou fazendo aqui?

Na mesma semana esta foi a segunda vez que me fiz esta pergunta. Antes de ontem, estava imersa nos meus trabalhos que tenho que conluir para a universidade. Estudando uma matéria exaustiva que acho que não vou usar para nada e outra disciplina em que devo usar um software super complexo que me deixa descabelada sempre que tenho que trabalhar com ele.

Então as vezes me bate essas questões. Fico pensando que se eu estivesse no Brasil, estaria trabalhando tranquilamente, ou fazendo algum curso mais tranquilo, usando minha lingua materna... Estas questões surgem porque sou inquieta. Não me ponho numa situação, seja ela qual for, sem refletir sempre sobre o que significa para mim. E às vezes certas inquietações como me perguntar “o que eu estou fazendo aqui?” acontecem.

Percebi que quando me pergunto isso não é porque tenho dúvidas se fiz a coisa certa vindo para cá, é por cansaço mesmo. Então, de vez em quando vem o pensamento: se eu estivesse no Brasil agora, eu poderia chegar em casa e assistir um filme deitada na cama. Mas eu não estou no Brasil, estou em Londres, então devo chegar em casa e estudar, pois tenho que entregar um trabalho amanhã na faculdade ou tenho que ler tal livro para a dissertação. Ah, tenho saudade de não fazer nada.

Contudo, depois de várias reflexões, penso que hoje não poderia estar em outro lugar. No Brasil, tinha um emprego que me pagava bem, cheio de benefícios e regalias, e que eu poderia ter para sempre, pois era servidora pública. Porém, não me fez feliz. Talvez não tenha nada a ver com o emprego em si, mas aquele lugar não me pertencia naquele momento. E como quem fica parado é poste, se eu não estou feliz, não alugo o ouvido de ninguém com minhas mazelas, eu mudo. E naquela ocasião ainda achava que a profissão que eu havia escolhido poderia não ser a mais adequada para mim, e resolvi mudar isso também. Então vir para Londres significou uma mudança em todos os aspectos que eu precisava. E mudança de verdade dá muito trabalho.

Aqui estou eu sentindo tudo o que provoquei. Vivendo em outro país, com outra cultura, falando uma lingua que não é a minha, investindo tempo e dinheiro aprendendo uma profissão que nem sei se vai dar certo, trabalhando duro para ter dinheiro e fazer todas as viagens que pretendo. E querem saber? Está valendo a pena. Muito cansada, muito atarefada, mas muito feliz. Sorte a minha ter casado com uma pessoa que também não consegue ficar parada numa vidinha mais ou menos, e que não só tem coragem de sair pelo mundo junto comigo, como me estimula a isso.

Virei consultora para quem quer dar uma reviravolta vida. Conto tudo, prós e contras, realidade, tristeza, felicidade... Confesso que sou parcial: aconselho todo mundo a mudar se está precisando disso. Vamos ter coragem de dar a cara a tapa e ver o que acontece.

Para terminar, devo concordar com o grande Gil, o melhor lugar do mundo é aqui e agora.


Thursday, April 12, 2012

#3 The most 10 things that I like about London


Acredito que todo mundo gosta de viajar, nem que seja somente de vez em quando. Eu e Nic somos apaixonados por viagens, desde uma escapadinha por um dia apenas naquela cidade vizinha até uma longa viagem pra um outro continente. E Londres nos oferece uma facilidade incrivel de locomocao para satisfazer esse nosso vicio. Assim, das 10 coisas que mais gosto em Londres, essa tal “facilidade de deslocamento” nao pode ficar de fora.


Pra onde vamos?

Nao é segredo pra ninguem que as distancias entre os grandes centros da Europa sao relativamente bem menores entre si que entre os grandes centros brasileiros. Alguns europeus me perguntam se minha cidade e longe de Sao Paulo e eu sempre respondo com um sorrisinho: “Nao. Sao apenas 500km de distancia.” É ate engracado, pois Paris fica a 430km de Amsterdam e tem uma Belgica inteirinha entre eles.

E nao é somente as curtas distancias que tornam as viagens mais faceis. Os precos das passagens aereas tambem sao bem atrativos. No mes passado, por exemplo, compramos nossa passagem aerea de Dublin para Londres por menos de €19 (R$50 com todas as taxas incluidas). Com uma pesquisa rapida, pode se encontrar por exemplo um voo de Londres pra Frankfurt (Alemanha) pelo equivalente a £7.99 (R$24 no total) atraves de companhias Low Cost, como por exemplo a Ryanair ou EasyJet.

Exemplo de passagem aerea baratinha

Entretanto, encontrar um voo super barato, em data e horario perfeitos, nem sempre é possivel. Por isso usamos e abusamos de outros meios de transporte tambem.

Ano passado decidimos fazer aquela viagem pelo Reino Unido bem em cima da hora. Como os precos dos voos nao estavam animadores, recorremos ao meu velho amigo Megabus e tambem a outra cia rodoviaria chamada National Express.  Os onibus sao relativamente confortaveis (para viagens mais curtas, claro).


Londres-Oxford por £1 (R$3,00)

Nic ja se tornou expert em compras de passagens aereas, passagens rodoviarias e hospedagens. Ela sempre acha precos sensacionais! Acho que se a sua nova carreira em midia digital nao desse certo, ela facilmente arrumaria um emprego em agencia de viagens. E alem de tudo isso, agora ela esta se especializando em passagens ferroviarias. Ela encontrou excelentes precos de Eurostar para nossa recente visita a Paris e Amsterdam

Fomos de Bruxelas a Brugge neste trem.

E ela tem encontrado tambem otimos precos para nossas viagens dentro do Reino Unido. No final deste mes, por exemplo, viajaremos para Southampton por £9.80 (R$30 ida e volta!). Pagamos esse mesmo preco quando fomos a Stratford-Upon-Avon em fevereiro. Na minha opiniao, viajar de trem deveria sempre ser a primeira opcao se achassemos bons precos (Sou um bom mineiro, nao sou?). As viagens de trem por aqui sao deliciosas, pois alem de se poder curtir a paisagem, as viagens sao mais curtas e menos cansativas se comparadas as viagens de onibus. Alem disso, se considerarmos que geralmente os trens partem e chegam diretamente nos centros das cidades, viajar de trem e tambem melhor que as viagens aereas nas quais gastamos tempo e dinheiro com deslocamento ate os aeroportos.

E voce? Vai a pe, trem, onibus, carro, aviao, espaconave, patinete (Ei Flavinha!) ou bicicleta?

Beijos e abracos!

Wednesday, April 11, 2012

Maria vai a Londres pela primeira vez!


Dia 30 de março minha mãe chegou em Londres para uma visita. Fui ao aeroporto esperá-la e enquanto ela não chegava eu estava supernervosa me perguntando se ela foi buscar as malas no lugar certo, como ela ia se virar para passar pela imigraçao sem saber falar inglês direitinho, essas coisas. Era a primeira viagem dela para a Europa, então eu fiquei esperando apreensiva! No fim das contas ela chegou super bem, a viagem de muitas horas entre Rio-Londres não tinha sido problema, a mala estava leve e a imigracao foi tranquila. Enfim, ela  estava encarando tudo com o bom humor e a maneira positiva de ver a vida que poucas pessaos têm. Ela trouxe do Brasil cachaça, Havaianas e All Star pra gente. Tudo isso tem aqui, mas pedimos porque custa bem mais caro!

Foto tirada no primeiro dia em frente a nossa casa "sem muros ou grades" como a Maria reparou.
Passeamos muito por Londres. Levamos a Maria aos pontos tursticos básicos e também aos lugares especiais para gente. E aproveitamos para ir para Paris e Amsterdã, cidades que ela queria muito conhecer. Muita correria, muitos lugares novos, museus bacanas, restaurantes diferentes, monumentos históricos, prédios antigos, gente diversa, experiências novas e por aí vai. Um dia nunca era igual ao outro!

Pagando de turista em Londres.
Luvas para a friorenta na Trafalgar Square.

Fábio fazia gracinhas enquanto tirava fotos e a Maria nao conseguia parar de rir.


Boa máquina, bom fotógrafo, e torre continua linda na foto.

Maria no Jardim de Luxemburgo.



Crepe pro jantar?
Um dos lindos canais de Amterdã.
Foto típica, :D
Maria disse que só toma Heineken na Holanda. :p
E nesse tempo ainda aproveitamos a visita da Patricia e do Luciano, um querido casal de amigos que esteve de férias por aqui. Vieram com mais três amigos: a Rita, a Renata e o Leo, pessoas muita bacanas! Nosso encontro foi uma farra com direito a caminha etílica pelo Soho em Londres e jantar no Quartier Latin em Paris.


A visita da minha mãe e o encontro com amigos me fez perceber o quanto a saudade que eu tenho do Brasil é maior do que eu imaginava! Rimos muito, conversamos muito, matamos muita saudade! Foi ma-ra-vi-lho-so!

Pedi para minha mãe me escrever sobre as impressoes que ela teve de Londres para eu colocar aqui no blog. Segue abaixo.

IMPRESSÕES DO VELHO MUNDO – LONDRES POR QUE TE QUERO

Quando pensava em viajar para Europa, Londres nunca esteve entre minhas prioridades. Então Fábio e Nicole se mudam para lá e me apresentam uma cidade surpreendente. Guiada pelos meus anfitriões, vou conhecendo um novo mundo organizado e eficiente. Entro no metrô e praticamente sou “teletransportada” para qualquer canto da cidade. Realmente era essa minha sensação, em pouco tempo me movia de norte a sul. Com tamanha eficiência no transporte público, a cidade segue o fluxo tranquila, bem tranquilo segue o transito, porque as pessoas estão sempre agitadas e rápidas.
 





















E as pessoas da cidade? Da cidade não, do mundo. É uma efervescência de idiomas, culturas e culinária. Com tanta gente diferente, surgem figuras peculiares com roupas combinando nada a ver com nada a ver, cabelos raspados de um lado e longos do outro e maquiagens exóticas. E vão seguindo entre mulheres mulçumanas de lenço, senhores executivos, indianos com turbante, crianças com a bochecha rosada. Os pubs, um capítulo a parte, visitei inúmeros, desde os mais tranquilos aos mais agitados de Camden Town, degustei cervejas de todas nacionalidades, fantástico. Fiquei também impressionada com a arquitetura da cidade, tudo muito belo e preservado, as ruas se estreitam para que as construções centenárias se mantenham intactas, no seu lugar. 

Mais um pub.
 
















Como uma boa turista visitei os históricos: Palácios de Buckingham, Abadia de Westminster, Big Ben, Tower Bridge e, às margens do RioTâmisa, fui levada ao alto pela moderna London Eye. À noite, do alto, Londres se torna ainda mais linda, toda iluminada, luzes e cores enchiam os olhos.












 
Bem, quanto ao lado negativo da cidade pude perceber: nada. Simplesmente fui conduzida pelos meus experientes guias a lugares especiais, desde a um mercado pitoresco no norte da cidade, como a um centro espetacular de compras. Amigos, Londres é Sui generis.