Thursday, December 05, 2013

Trabalhando da França

Estamos há 1 ano em Grenoble e já trabalhei em 3 lugares diferentes. Todos com contratos temporário e todos bem diferentes um do outro. 

Primeiro trabalhei num hotel. Aliás, um dos hotéis mais bacanas de Grenoble. Foi um mês de trabalho duro, tendo que aguentar uma alta gerência bastante antipática que fazia questão de mostrar sua superioridade. Eu tinha um trabalho bilíngue lá, pois com meus colegas conversava em  francês, mas com pelo menos 80% dos hóspedes usava o inglês. Foi interessante passar o mês na preparação do café da manhã, conhecendo tipos de café diferentes, correndo muito, aprendendo a logística do funcionamento daquilo tudo. Trabalhava com um casal de italianos da Sicília que alegrava mais as minhas manhãs... "Buongiorno!", "Ciao!", "Come stai?". Ouvir italiano nas primeiras horas do dia ajuda no bom humor. Aprendi alguma coisa com este trabalho, tudo gera uma experiência de vida, certo? Pode ser aprender a fazer um ovo pochet ou ter calma diante de atitudes com as quais voce não concorda.

Café da manha no hotel


Depois arrumei um trabalho de verão num restaurante especializado em comida sul-americana. Foram quase 3 meses e foi bem melhor que o hotel. Apesar dos horários não serem ideais, eu encarava como algo temporário, então tentava me divertir até com o estresse que é trabalhar em um restaurante. E a grana que eu ganhei lá pagou um mochilão pelo leste europeu. :)) Os clientes eram franceses em sua maioria. E eram todos muito simpáticos de uma forma geral. Curiosos, queriam saber quem eu era, de onde vinha, o que estava fazendo em Grenoble... E durante parte destes 3 meses, outra brasileira foi contratada e ganhei uma colega de trabalho que virou amiga. A gente travalhava super bem juntas, tudo fluia, conversávamos muito... Então, o trabalho era bilingue mais uma vez. Com a chefe e cozinheiros do restaurante eu falava francês, e com a amiga brasileira, português. Ah, e sempre tinha alguum cliente que arriscava um espanhol com a gente. O que eu mais gostava de fazer lá, e que minha amiga não gostava muito  - o que era perfeito para a divisão de tarefas - eram as bebidas. Aprendi a fazer vários coqueteis, inclusive fiz muitas caipirinhas! Vejam que em 2009 fui ao Peru e experimentei a Pisco Sour, uma bebida deliciosa. Eu e meus companheiros de viagem tomamos muuuitas. Naquela época, nunca imaginaria que no verão de 2013 eu prepararia litros e litros de Pisco Sours na França...
Para preparar os coqueteis!
Agora trabalho na Photoweb. Já passei por vários setores lá. Não é o emprego perfeito (poucos são, sejamos sinceros), mas definitivamente é o melhor de todos os que arrumei aqui. Por causa dele eu sou considerada uma "profissional da fotografia". Ui. Lá já trabalhei com o controle de qualidade das fotos por um tempo. Depois comecei a controlar a máquina de envernizar fotos. Está aí uma coisa que nunca pensei que fosse fazer na vida... e hoje eu sei usar muito bem uma máquina HP profissional para isso. Agora estou trabalhando com os produtos sazonais, como calendários e agendas personalizadas. De uma forma geral o trabalho lá pode ser meio chato, pois as vezes fico fazendo a mesma coisa por horas. Porém, também é muito interessante, tenho aprendido a fazer produtos que não fazia ideia de como eram produzidos antes. E a língua francesa, gente? Evoluindo bem, acho. Pratico bastante, pois pela primeira vez aqui, trabalho só em francês. Tive que aprender termos bastante especificos, e, claro, o pessoal me ensina um monte de besteiras. Aliás, o pessoal é bacana, muito educado, mas foi difícil me aproximar. Tenho ficado mais íntima de algumas pessoas, poucas. De alguma forma, sinto meus colegas um pouco distantes. E talvez eu também o seja. Lá eles me acham bastante discreta e reservada, característica nada clichê para uma brasileira. :P No comeco foi bem difícil me aproximar de alguns, hoje tudo está melhor. Até tenho ensinado algumas palavras em português para o pessoal. Todos os dias em vez de "Bonjour" recebo um "Bom dia" de alguns. :) 

Com todas estas experiências de trabalho, incluindo as que tive em Londres, comecei a pensar que eu não preciso ter receio do que virá. Se eu precisar aprender uma lingua nova, um trabalho novo, ok, vamos lá! Claro que eu tenho medo, mas já aprendi que não posso deixar o medo me travar. Vou perder muito da vida se eu encarar as situaçoes com pânico. Tenho que ser atrevida e ir em frente. Depois de mais de dois anos fora do Brasil, percebi que eu me viro. E descobrir isso é muito importante. É simples: eu me viro, eu me adapto, eu aprendo, se precisar fazer eu faço. Claro que às vezes tenho expectativas frustadas, encontro pessoas que sugam minha confiança em mim mesma, ou simplesmente dá tudo errado. Porém, quando você sabe que não importa o que virá, você vai dar conta de segurar a onda, ah isso muda tudo...

Gros bis e uma boa quinta-feira a todos!

Friday, November 22, 2013

Frio, montanhas, comidinhas...

Grenoble está ficando bem fria com a proximidade do inverno. Não tem problema, é possível continuar gostando daqui. Mesmo no frio voce pode aproveitar as montanhas, os queijos e a culinária em geral...

Já falei aqui que estamos na capital dos alpes, e destino ideal para quem gosta de esquiar. Falta pouco para as principais estações de ski abrirem e os turistas começarem chegar para praticar esportes de inverno. Enquanto a neve não chega completamente, é possível ir a algumas montanhas fazer trekking. No início do mês fomos para Moucherotte, em Vercors. Pegamos um ônibus até St Nizier du Moucherotte, paramos nos pés da montanha e começamos nossa caminhada. Gastamos umas boas horas numa trilha bem complicada. Já tínhamos lido que não era uma trilha aconselhada a famílias com crianças, que haveria passagens difíceis e a procura pelo caminho a seguir não seria óbvia. Confirmamos tudo isso. Foi um bocado cansativo e por vezes quase tivemos que escalar. Tudo compensado pela linda vista que encontramos no nosso ponto final... A volta foi muito mais problemática, pois não encontramos o caminho alternativo para a descida, então tivemos que voltar por onde viemos. E, vejam bem, nem sempre para descer todo santo ajuda. Desta vez, foi bem árduo, muito vertical, escorregadio... tudo isso meio que correndo, pois os dias já estão ficando mais curtos e não queríamos ficar perdidos na montanha à noite. No fim deu tudo certo e chegamos a tempo para pegar o ônibus da volta. No dia seguinte nosso corpo reclamou do esforço físico excessivo e nos presenteou com muitas dores musculares...




Além das montanhas, falei da culinária... No inverno passado, um amigo francês nos apresentou o Mont d'Or, um queijo feito com leite cru, muito popular durante a temporada de frio. Ele vem numa caixinha de madeira que você coloca direto no forno. Depois de alguns minutos a crosta fica dourada e o queijo todo derretido por dentro. Tenha uma baguete a mão e... c'est parti! 


Os franceses têm nos ensinado a comer por aqui... O Fábio tem um amigo no trabalho que adora cozinhar, e um dia veio preparar um jantar na nossa casa. Escolhemos os pratos: "gigot d'agneau" acompanhado de um "gratin dauphinois". Seria um pernil de cordeiro acompanhado de batatas gratinadas com creme (um prato aqui da região). Ele foi nos ensinando passo a passo, alguns segredos franceses, e truques pessoais... Por exemplo, ele não cozinha com sal comum, ele cozinha com a flor do sal. Ui. Bons ingredientes são fundamentais para um resultado final perfeito. E ficou maravilho. Simples, de fácil preparo e delicioso. E, claro, o vinho certo para combinar. Ai, como estou chata! :P Tivemos uma aula de culinária francesa, coisa que custa caríssimo por aqui, de graça. :)
Truques franceses
Antes
Depois

Acho que este inverno promete! 
A+


Monday, November 04, 2013

Primeiro ano em Grenoble

No mês passado, dia 26 de outubro exatamente, nós completamos 1 ano morando na França. Chegamos no outono passado e já vivemos as quatro estações neste país, como mostra a foto abaixo, vista da nossa janela. 
Outono, inverno, primavera, verao.
Passou muito, muito rápido! Há um ano deixamos Londres só com o que podíamos carregar para viver uma temporada de pão, queijo e vinho. Vejam que com este trio perfeito não é tão difícil morar por aqui.


Apesar da gastronomia francesa ter sido classificada pela Unesco como patrimônio da humanidade, a comemoração de 1 ano foi com pizza! Tudo bem, a gente mora no "quartier" italiano de Grenoble, combina perfeitamente. Na verdade, oficialmente não houve comemoração, mas aconteceu de recebermos uns amigos na nossa casa exatamente no dia 26 de outubro. Então, está valendo! Pizza, amigos, vinho... Vejam que não é tão difícil morar por aqui. [2]

O Fábio aprendeu uma receita de massa da "vera napoletana". Explico: quando viajamos pela Itália, passamos em Nápoles e lá comemos a melhor pizza do mundo. Ninguém prepara uma pizza tão bem como os napolitanos. Na minha opinião, ok? É o que eles chamam de pizza "vera napoletana". O Fábio, cozinheiro oficial da casa, achou uma receita e preparou a massa. 



Compramos queijos diversos, ingredientes básicos e chamamos alguns amigos para terminarmos de preparar tudo juntos (a cobertura da pizza, os sabores). Foi ótimo! O pessoal ainda trouxe ingredientes diferentes: rúcula, bacon, abacaxi, champignon... e fizemos a festa! As pizzas ficaram deliciosas! 

E como em quase todos os encontros na nossa casa, o pessoal era internacional. Tinha brasileiro, francês, polonês, equatoriano e romeno. Uma mistura linda de culturas.



Há um ano eu nem imaginaria conhecer estas pessoas e hoje elas fazem parte da minha vida. E não só estão presentes para fazer farra, como algumas delas passaram de colegas a amigos. E todas fazem esta temporada na França ser especial. Não só as que foram na nossa casa neste sábado, mas os outros queridos que tenho conhecido por aqui. 

Vamos ver o que nosso segundo ano em Grenoble nos guarda. :) 

Friday, October 25, 2013

Emprego novo, vida nova


Hoje é sexta-feira!!! 

Nos últimos dois anos isto não fez muita diferença para mim. Desde que saí do Brasil, nunca tive um emprego convencional daqueles em que a gente trabalha de segunda a sexta, de 9h as 18h, por aí. Em Londres trabalhei em vários fins de semana e em horários malucos. Aqui em Grenoble nem se fala, meus fins de semana eram limitadíssimos nos empregos que arranjei. E já fiquei meses sem trabalhar por aqui, o que deixa a sexta-feira meio sem cara de sexta, afinal eu não havia trabalhado a semana inteira... Hoje, eu posso gritar que é sexta-feira com uma felicidade legitima! E por quê? Porque hoje trabalho de segunda a sexta. =)

Pois é, emprego novo na área! E desta vez tenho fins de semana para mim, feriados também, 35 horas semanais como manda a lei francesa e com salário digno. Só não é excelente porque não é na minha área e porque é temporário... Na verdade não faço questão de que seja na minha área de formação, pois ter uma carreira de sucesso ou trabalhar com o que eu amo não é meu objetivo de vida. Pelo menos por hora, enquanto eu ainda não sei o que quero ser quando crescer... A questão de ser temporário só não é ruim pelo fato de que gosto de mudar. Porém, sei que arrumar emprego neste país não está fácil, e temporário significa que ficarei sem trabalho depois do fim do meu contrato.

Este emprego não veio porque eu mandei um currículo e fui chamada para uma entrevista. Consegui através da AFIJ, já falei dela aqui. É uma associação francesa que ajuda estudantes e jovens diplomados a conseguir emprego. Um dia minha conselheira (cada inscrito na associação tem um conselheiro para acompanhar as buscas por emprego) me enviou um email dizendo que a empresa Photoweb estava fazendo uma seleção de pessoas para um contrato temporário e perguntou se eu estava interessada em fazer uma entrevista com eles. Opa, claro que sim! Fiz a entrevista, no dia seguinte recebi uma resposta positiva e na semana seguinte comecei a labuta. 

Esta empresa trabalha com produtos ligados à fotografia. Eles produzem aqueles fotolivros, calendários, agendas, etc, personalizados. É a segunda maior da França neste ramo. Eles contrataram várias pessoas neste momento, pois antes do Natal o número de pedidos aumenta muito, e o trabalho idem. Fui alocada na parte de controle de qualidade. Então, imaginem, passo sete horas por dia vendo fotos. :) Claro que às vezes é chato, como qualquer emprego por vezes o é, mas acho interessante no geral. Pelas fotos consigo entender melhor a cultura francesa. Sei como são os casamentos, sei para onde eles viajam mais, como são as festinhas infantis etc. E todo tipo de foto passa por mim: gente fantasiada, gente pelada, gente engraçada... divirto-me. Desde que comecei a trabalhar lá, minha lista de viagens que quero fazer só aumenta, pois vejo fotos de lugares lindíssimos. Anoto o nome de todos para não esquecer. Aliás, uma viagem que estou planejando para o próximo ano foi influenciada pelas fotos de um dos álbuns.

O pessoal lá bacana e me recebeu bem. Sinto que sou um pouco diferente deles, afinal sou uma brasileira jogada num ambiente completamente francês e cheio de franceses. Além de mim, só há um português e uma marroquina de estrangeiros. E, convenhamos, por aqui não há muito mistério em relação a Portugal (é logo ali) e ao Marrocos (antiga colonia da França). Quanto ao Brasil... é um pouco mais distante. Eles só conhecem os clichês.  

É a primeira vez desde que cheguei a Grenoble em que me encontro tão próxima assim dos franceses. A lingua anda de vento em polpa porque tenho que me virar se eu não entender qualquer coisa. No geral eles são pacientes. Quando não compreendo uma expessão, por exemplo, eles repetem numa boa e me explicam o que significa. Tenho aprendido bastante porque há muitas coisas que o curso de linguas não vai te ensinar jamais. ;)

No próximo post falarei mais do meu dia a dia na empresa e com meus colegas. Agora tenho que ir trabalhar. 

Gros bisous!

Tuesday, October 15, 2013

Oktoberfest 2013

A primeira Oktoberfest a gente nunca esquece...
Eu e Fábio queríamos muito ir à Oktoberfest, a grande festa da cerveja que acontece anualmente em Munique, na Alemanha. Pesquisamos a respeito e vimos que viajar para Munique nesta época super concorrida poderia sair bem caro.  Então pensamos em organizar uma pequena excursão para uma day trip. Um amigo nosso que morava em Grenoble fretou um ônibus para a Oktoberfest de 2012 e nos deu as dicas para que nós pudéssemos fazer o mesmo em 2013. E fizemos! Alugamos um ônibus com espaço para 61 pessoas, chamamos nossos colegas brasileiros que vivem nos alpes franceses e estão conectados através de um grupo no Facebook (o Grenoble verde-amarelo) e começamos a organizar a festa.

A experiência de organizar tudo foi interessante, nunca tinha feito nada parecido. Porém, depois de tudo terminado, confesso que quando se trata de viagem prefiro organizar só as minhas. O processo todo foi um pouco cansativo e às vezes estressante. Ok, foi bom  por ter conhecido o pessoal super bacana que viajou com a gente!

A viagem foi um bate-volta. Saímos de Grenoble na sexta à noite, viajamos durante toda a madrugada, e chegamos em Munique no sábado. Curtimos a festa o dia todo e partimos para casa na madrugada do domingo. Rápido e intenso!
Durante a viagem.
A festa é excelente! Lotada de gente, de cervejas servidas nos copos de 1 litro, e muita diversão! Existem várias tendas no local onde as pessoas se reunem, bebem, cantam e fazem a maior farra. Algumas delas têm música ao vivo. :) Pode não ser tão fácil entrar nas tendas, mas dá-se um jeito. :) E enquanto não entrar, sempre tem um lugar fora delas para beber (sim, mais) e farrear.
Dentro de uma das tendas

No dia em que fomos, eu e Fábio estávamos fazendo aniversário de casamento, 3 anos! Nós adoramos comemorar esta data. No ano 1 fomos a Paris - minha primeira vez na cidade -, no ano 2 fomos passar a noite no castelo de Thornbury, e no ano 3... Oktoberfest!! Assim, ficamos mal acostumados...
Amei a Oktoberfest! Mesmo com uma chuva chata foi tudo de bom! Irei novamente, com certeza! Na próxima vez quero me hospedar na cidade e curtir mais dias. Bora??? :D

Wednesday, October 02, 2013

Mochilão pelo Leste Europeu

Desde que começamos este blog, nunca tínhamos ficado um mês inteiro sem postar nada. Justificativa: as últimas semanas de agosto e setembro foram intensas. Estávamos finalizando os preparativos de uma viagem maior; depois viajamos efetivamente; estamos organizando uma excursão para a Oktoberfest que está dando um trabalhinho; ainda aconteceram entrevistas de emprego, festinhas e preguiça no meio disso tudo... Uma correria só! Volto aqui depois de um longo tempo para falar rapidinho da última viagem que fizemos para o leste europeu. E um pouco de centro também, tenho que averiguar as divisões geográficas, hehe.


Quando eu e Fábio decidimos mochilar pelo leste, resolvemos convidar o Flávio, grande companheiro de viagens. Juntos nós já havíamos mochilado pela Bolívia e Peru, e também fizemos uma roadtrip pela Europa ocidental no ano passado. O Flávio, por sua vez, chamou o Klinsmann, amigo dele que a gente conhecia pouco e acabou se tornando um grande amigo nosso também. 
#partiu
Esta viagem foi muito movimentada. Eu precisaria de muitos posts para contar tudo... Então vou resumir muitíssimo. Nós 4 nos encontramos em Lyon e de lá partimos para República Tcheca, Polônia, Hungria, Croácia, Eslováquia e Áustria. E no fim ainda resolvemos dar uma passadinha em Londres, pois eu e Fábio estávamos morrendo de saudade, o Klinsmann iria ao show do Roger Waters e o Flávio estava aproveitando uma boa oportunidade de voltar ao Reino Unido.
Foram vários dias fazendo e desfazendo mala, 2 noites aqui, 1 ali, 3 acolá, pega um ônibus, depois trem, aviao também, hostels diversos, passeios mil, litros de cervejas, gente bacana, gente maluca, muita gargalhada e enriquecimento cultural. Foi assim o nosso Mochilão Leste Europeu! Quatro brasileiros desvendando uma parte linda da Europa...

Começamos por Praga, que é lindíssima! Uma das minhas cidades preferidas desta viagem.
Praga, República Tcheca
Praga, República Tcheca
Até demos um pulinho em Pilsen, pertinho de Praga, para fazer um tour na cervejaria Pilsner Urquell. :D
Pilsen, República Checa
Já tinham me falado que Cracóvia é muito charmosa, e eu concordo demais!
Cracóvia, Polonia
Cracóvia, Polonia
E de lá fizemos um bate e volta em Auschuwits para conhecer o campo de concentração. O tour é pedreira e o humor foi lá embaixo.
Auschuwits, Polonia
Depois fomos a Budapeste, cidade que eu sempre quis conhecer e a expectativa ainda foi superada!
Budapeste, Hungria
Budapeste, Hungria
Então partimos para Zagreb. Não esperava muita coisa, só passamos por lá porque estava perto e não seria ruim dar um pulinho na Croácia. Valeu a pena, o clima lá estava ótimo!
Zagreb, Croácia
Zagreb, Croácia
Em seguida viajamos para Viena. Bonita, musical...  Com direito a show de música clássica e tudo.
Viena, Áustria
Viena, Áustria
A última parada do leste foi Bratislava. A cidade foi uma boa surpresa e tem um centro histórico encantador...
Bratislava, Eslováquia
Bratislava, Eslováquia
Tudo isso foi regado a cervejas muito boas, gargalhadas de doer a barriga, dor de barriga de verdade devido às experiências gastronômicas, bastante bate papo com as pessoas que íamos conhecendo no caminho, e  algumas palavras novas aprendidas em húngaro, polonês, alemão, etc...
E no fim de tudo ainda teve Londres de lucro! Eu e Fábio revimos alguns amigos e lugares que fizeram parte da nossa vida durante a temporada que passamos lá. Foi incrível, como Londres sempre sabe ser.
Maria linda comemorando o niver do Flávio com a gente!
Giorgia e Stephen, amigos queridos que nos hospedaram em Londres.
Agora de volta a Grenoble, a vida real continua. E com novidades surgindo. Só que vou contar no próximo post, pois como já disse, tudo anda muito corrido por aqui. 

Até breve! Breve mesmo, não vou sumir mais um mês. :)